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	<title>Ronald Claver</title>
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	<description>Diário de Ronald Claver</description>
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		<title>verão</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 22:44:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronald</dc:creator>
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		<description><![CDATA[VERÃO: (embora estejamos no inverno e à vespera da primevera, mas o verão se faz presente nas sais curtas, na cerveja gelada, na saudade da praia. VERÃO HÁ UM GOSTO DE FÉRIAS NO MAR DE SEU CORPO]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>VERÃO: (embora estejamos no inverno e à vespera da primevera, mas o verão se faz presente nas sais curtas, na cerveja gelada, na saudade da praia.</p>
<p>VERÃO<br />
HÁ UM GOSTO DE FÉRIAS<br />
NO MAR DE SEU CORPO</p>
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		<title>palavra cerzida</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 19:51:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronald</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje troquei uma lua cheia de sol com uma palavra cerzida. PALAVRA CERZIDA é belo livro de poemas de Flávia Drummond Naves. Os poemas foram bordados e estampados na pele do algodão. Agora os bordados comparecem em forma de livro. Um livro bonito, livre, leve, delicado como convém a um livro de poemas. Myrian Melo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje troquei uma lua cheia de sol com uma palavra cerzida. PALAVRA CERZIDA é belo livro de poemas de Flávia Drummond Naves. Os poemas  foram bordados e estampados na pele do algodão. Agora os bordados comparecem em forma de livro. Um livro bonito, livre, leve, delicado como convém a um livro de poemas. Myrian Melo &#8211; Patchwork e Simone Viullani- imagens. Se quiserem saber mais, acessem http://vivadoavesso.blogspot.com<br />
O papel é especial, as imagens são lindíssimas e os poemas de fino trato, vale conferir. TOTÊMICA<br />
Foges de mim.<br />
Sou a única convidada para o banquete.<br />
Devorei tua carne<br />
até saciar-me de ti.<br />
Restarás ileso à minha fome?</p>
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		<title>a volta</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 12:44:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronald</dc:creator>
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		<description><![CDATA[volto depois de uma ano de ausência ou mais. a página ficou fora do ar, não conseguia acessá-la. Daniel Souza é quem produziu o meu site. ele sabe tudo das artes computadorizadas, magicamente ou matemagicamente restaurou esta página. ágico, que restaurou a página. tenho muito o que contar, alguma coisa para contar, coisa nenhuma para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>volto depois de uma ano de ausência ou mais. a página ficou fora do ar, não conseguia acessá-la. Daniel Souza é quem produziu o meu site. ele sabe tudo das artes computadorizadas, magicamente ou matemagicamente restaurou esta página. ágico, que restaurou a página. tenho muito o que contar, alguma coisa para contar, coisa nenhuma para contar, escrevo versos que ficaram naquele tempo, por exemplo: quero a brisa que bisa o seu corpo. tudo é visceral, orgânico, chama, cinza, fogo, flecha, alvo, algo colado à pele. Claro enigma este e de drummond que obscurece a vida: flores? as margaridas estão no vaso.</p>
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		<title>teste</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 21:40:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronald</dc:creator>
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		<description><![CDATA[teste]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>teste</p>
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		<title>noite</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 17:56:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronald</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[para você: NOITE QUANDO toquei em seu corpo a música visitou a sala e os acordes emergiram de seus cinco sentidos. abraçamos e dançamos a música que surgia de sua pele. seu corpo marcava o compasso de nossas dúvidas e nos enovelamos como raízes que querem amanhecer, NOITE A MÃO toca com sutilezas a pele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>para você:</p>
<p> NOITE<br />
 QUANDO toquei em seu corpo a música visitou a sala e os acordes emergiram de seus cinco sentidos. abraçamos e dançamos a música que surgia de sua pele. seu corpo marcava o compasso de nossas dúvidas e nos enovelamos como raízes que querem amanhecer,</p>
<p> NOITE</p>
<p> A MÃO toca com sutilezas a pele da mulher noturna. Resposta?. Alguns pêlos se eriçaram. Parlavras? Para quê? Ela com seus olhos grandes me fitava impassível. Evitava-me.Escondia nos buracos da noite. Nos rios da noite. Nos mares da noite. Eu queria, apenas,  mergulhar em seu olhos e navegar o seu corpo para o meu porto.. Noite. Havia noite em mim e nenhuma estrela acendeu a vontade dela.</p>
<p>···NOITE</p>
<p>  AS RUAS contornavam meus olhos. Tudo era esquina. Até a mulher que bebia sozinha no bar fazia esquina em meus passos. Tropecei na primeira lua cheia que apareceu. Abri os braços para os abraços, mas eram braços para os adeuses.</p>
<p>···NOITE</p>
<p>   QUANDO registrei em palavras o nosso enredo pleno de noturnidade, você virou ficção e povoou de delícias o meu corpo.<br />
Agora torço para o escritor não terminar este conto.</p>
<p>   amanhã ou depois tem uma nova versão destas noites</p>
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		<title>pós-férias</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 17:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronald</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[salve, salve, depois que voltei de férias, não visitei esta página. .o tempo correu. a casa anda meio doente, gripe, tosse, artritie, médicos, fisioterapias.. mal deu para preparar a aula das Amigas, aprontar o mural do João e fazer o texto para As Terças Poéticas do Palácio das Artes. O vendaval passou, está passando. Ontem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>salve, salve, depois que voltei de férias, não visitei esta página.<br />
.o tempo correu. a casa anda meio doente, gripe, tosse, artritie, médicos, fisioterapias.. mal deu para preparar a aula das Amigas, aprontar o mural do João e fazer o texto para As Terças Poéticas do Palácio das Artes.<br />
O vendaval passou, está passando.<br />
 Ontem estive no P.A.  Para as Tardes poéticas das Terças.Conhecia o projeto de nome, mas nunca tinha comparecido. O horário é terrível: 18h.30. O P.A. fica no centro e esta hora é fogo.<br />
 valeu, como valeu. Peninha não pôde ir, mas Dayse foi e demos conta do recado.<br />
 Fizemos uma retrospectiva de minha poesia. Começamos com Matemágica e terminamos com todo dia tem poesia.<br />
O público gostou, gostamos.<br />
Trombei com pessoas há muito sumidas, foi um sucesso. A saudade bateu forte. Por que as pessoas queridas somem? Por que sumimos?<br />
Ganhei diois livros do curador do evento Wilmar Silva: Estilhaços no Lago de Púrpura e Anu. De minha amiga Tãnia, uma antologia ME 18 (Mulheres Emergente), Tânia Diniz que editou vários livros dos outros e dela e criou um jornal com o mesmo nome. Andou doente, mas está curada e bonita.<br />
De José Aloise Bahia, Pavios Curtos. Aloise é professor, crítico literário e poeta. Participou da noite de noite falando do poeta Rodrigão, morto prematuramente. Revi Sérgio Medeiros, Brina, Tânia, Francirene, Simone, Wanda e Beto Abreu e outros e mais outros.</p>
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		<title>retiro etilico espiritual</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 11:02:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronald</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[ontem despedi-me de santos dumont. a missa teve cantos gregorianos &#8211; em santos dumont a gente convive com uma fauna de fazer inveja a qualquer legume. foi aniversário do frango d&#8217;água, o jiló esteve presente, ganhou um abraço do linguiça e o ganso que não bebe cachaça almoçou com o morcego. o jumentinho estava todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ontem despedi-me de santos dumont. a missa teve cantos gregorianos &#8211; em santos dumont a gente convive com uma fauna de fazer inveja a qualquer legume. foi aniversário do frango d&#8217;água, o jiló esteve presente, ganhou um abraço do linguiça e o ganso que não bebe cachaça almoçou com o morcego. o jumentinho estava todo prosa com a companheiro, já o jaburu deixou saudades. o palito tomou cachaça e o holandês cantou em latim. tachinha caminhava pra lá e o madalena pra cá. tampinha e bolacha bebiam até vinho. e tem mais e mais apelidos e situações, depois volto conversar com esta flora e fauna fantástica.</p>
<p>meu time ganhou ontem, ótimo. o time deles está gostando de perder, e depois de gostar, vira paixão.</p>
<p>parto para ilhéus. continuo as férias. na contabilidade diária, não é muito. 11 dias fora de casa. há deveres me esperando enquanto vou e se vou não quero tarefas, quero-as depois.</p>
<p>as cachorras latem, não sabem de minhas férias.</p>
<p>pois, pois,</p>
<p>há essa contigência que chamamos amor<br />
às vezes é fel e às vezes é flor<br />
firo<br />
    teu corpo de esperadas manhãs<br />
   lendas à espera da revelação<br />
  o texto de teu corpo encerra<br />
  conotações várias. variadas<br />
   são as formas de atingi-lo</p>
<p>  (este trecho pertence ao poema Maduração. é dedicato a Miriam Bueno, Sergio Bueno e ao filho Daniel.- volto a ele depois)</p>
<p>,até, até</p>
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		<title>Imagem da Palavra</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 18:43:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronald</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[hoje a equipe da Imagem da Palavra esteve em minha bibliotequinha: heitor, willis, marcelo e guga. marcelo é o diretor, guga a repórter, heitor e willis filmam, etc. fiquem atento:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>hoje a equipe da Imagem da Palavra esteve em minha bibliotequinha: heitor, willis, marcelo e guga. marcelo é o diretor, guga a repórter, heitor e willis filmam, etc. fiquem atento:</p>
]]></content:encoded>
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		<title>fragmentos de exercícios da oficina de literatura das Amigas</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 17:05:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronald</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[no dia-a-dia diário é preciso ficar atento: as coisas acontecem e você não percebe -SE UM VIAJANTE NUMA NOITE DE INVERNO você o convida para cama ou para um vinho? melhor, solta os cachorros nele? aquele mesmo cachorro que mordeu a lua quando esta passeava num poça de lama, este mesmo cachorro focinhava as coisas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>no dia-a-dia diário é preciso ficar atento: as coisas acontecem e você não percebe -SE UM VIAJANTE NUMA NOITE DE INVERNO  você o convida para cama ou para um vinho? melhor, solta os cachorros nele? aquele mesmo cachorro que mordeu a lua quando esta passeava num poça de lama, este mesmo cachorro focinhava as coisas com as orelhas e o carinho belga que voava com as asas da xícara da vó? cuidado com os rolinhos magnéticos do cabelo do gertrudes, dão choque e há um iminente curto-circuito nos braços da lata de lixo.e o amor?</p>
<p>               &#8211; o amor é puro fingimento<br />
                   ou é encantamento?</p>
<p>  ninguém sabe o porquê da separação de maria.<br />
                                  josé diz que não abandonou maria. deu férias para o coração. depois das chuvas de março diz que volta.<br />
maria não gosta de chuva, nem do mês de março.</p>
<p>          diálogo deles:<br />
josé: você vai?<br />
maria:( já vem ele com a mesma história). minto, vou é claro.( sabe que nunca vou e assim mesmo insiste.)<br />
josé: no horário de sempre?<br />
maria: de sempre.</p>
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		<title>fragmentos de um caderno de 2007</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 21:21:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronald</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[1 &#8211; O RAP é o cantochão da cidade. É o REPETENTE do asfalto. A ladainha das ruas. 2. Onde é que fica o nada? - o caminho começa ali ou na praça? - não há caminho depois da praça. - prazer, sou Tico e pelas incertezas. - Teca, sempre disposta a não dizer nada. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1 &#8211; O RAP é o cantochão da cidade. É o REPETENTE do asfalto. A ladainha das ruas.</p>
<p> 2. Onde é que fica o nada?<br />
- o caminho começa ali ou na praça?<br />
- não há caminho depois da praça.<br />
- prazer, sou Tico e pelas incertezas.<br />
- Teca, sempre disposta a não dizer nada.<br />
- Sei. vou também. O ocaso é uma lua com saída para o zoo.<br />
- prefiro o zoodíaco. Lá a onça pintada palita dentes com os chifres do rinoceronte.<br />
- gosto das girafas que esbarra nas árvores.<br />
- árvores? ainda existem?<br />
- não sei, nunca as vi.</p>
<p> 3. 21 desconselhos para a arte de desler e desconhecer começa com A que detona o azul do texto. A ilusão não passa de uma ilusão. as cores não têm cor, tem ondas, ondas que saem de seus olhos claros. nada é definitivo, nem a morte, então vamos à praça que fica na praça.</p>
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